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Max Gehringer fala sobre a importância dos eventos corporativos


Investir em eventos é uma realidade cada vez mais comum entre os grupos empresariais modernos.
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Max Gehringer fala sobre a importância dos eventos corporativos



Notícias Alfa Eventos

Investir em eventos que propiciem ambiente para o contato direto e personalizado entre os funcionários, consumidores e possíveis clientes é uma realidade cada vez mais comum entre os grupos empresariais modernos. Os chamados “eventos de incentivo e relacionamento” ajudam no estabelecimento de vínculos pessoais, criam a identificação das pessoas com os produtos e serviços oferecidos pelas empresas e agregam valor às marcas. Para falar sobre o assunto, a Revista Evento fez uma entrevista com o administrador de empresas e escritor MAX GEHRINGER.

 

Ele começou a trabalhar como office boy na antiga fábrica da Cica e chegou à direção de grandes corporações. Atuou como presidente da Pepsi, da Pullman/Santista Alimentos, foi diretor comercial e industrial da Elma Chips, e diretor de sistemas da Frito Lay, nos Estados Unidos. No ano de 1999, em pesquisa do jornal Gazeta Mercantil, foi escolhido como um dos 30 Executivos Mais Cobiçados do Mercado.

 

Mesmo com uma carreira bem sucedida, resolveu deixar a rotina de alto executivo. Tornou-se colunista de várias revistas, apresentou o quadro “Emprego de A a Z” do Fantástico (TV Globo) e tem diversos livros publicados. Hoje é articulista da Revista Época, comentarista da Rádio CBN e ministra palestras pelo Brasil sobre motivação e liderança, falando com propriedade das relações interpessoais no cotidiano das grandes corporações.

 

Revista Evento - Levando em conta os benefícios para os funcionários e para o empresário, por que os eventos corporativos ganharam tanta importância dentro das empresas?

 

Max Gehringer - Quando os convidados são externos, como clientes, fornecedores, parceiros e prospects, o evento serve para gerar ou estreitar um relacionamento, além de apresentar detalhes sobre a empresa que os convidados talvez desconhecessem. No caso de eventos para funcionários, eles têm um efeito positivo na motivação geral. O fato de uma empresa investir dinheiro para proporcionar momentos de aprendizado ou descontração, fora da rotina diária, sempre faz com que o funcionário se sinta mais prestigiado. Principalmente quando ele conversa com um colega de outra empresa que não promove eventos.

 

Revista Evento - Como as empresas organizadoras de eventos podem atuar para identificar as necessidades das corporações quanto à realização de um evento corporativo?

 

Max Gehringer - As agências de eventos precisam ter um portfolio para apresentar, porque a gama de necessidades específicas é bastante variada. Um briefing bem detalhado com a empresa ajudaria a agência a desenvolver e apresentar o projeto mais adequado, sempre lembrando que o mais importante é que quem contratou o evento fique satisfeito e possa vir a contratar outros. Por isso, uma avaliação final e formal por parte da empresa contratante ajudará a agência a ampliar cada vez mais seu portfólio.

 

Revista Evento - Como o empresário pode identificar qual tipo de evento agradaria mais aos seus colaboradores?

 

Max Gehringer - Para uma equipe de vendas, por exemplo, um evento ao ar livre, com competições entre os participantes, ajudaria a solidificar os conceitos de concorrência e de esforço individual, "dar o máximo de si, sempre". Para uma equipe de uma área mais técnica, como sistemas, uma palestra com um especialista agregaria mais conhecimento. Para equipes mistas, shows de música ou humor ajudam a descontrair, algo importante para empresas em que há muita cobrança por resultados. Existem também empresas que incentivam a participação direta dos colaboradores no evento, e empresas que preferem apresentações mais formais. Há empresas que apreciam cenários especiais, camisetas e brindes, e há empresas que são contrárias a isso. Há empresas que são totalmente contra sortear prêmios entre os participantes, e há empresas que são favoráveis.

 

Revista Evento - É mais interessante num evento corporativo que os colaboradores se sintam como convidados ou como realizadores?

 

Max Gehringer - Minha experiência mostra que existe um progresso de evento para evento. Empresas que costumam promover eventos periódicos sempre gostam de agregar algo mais ao evento seguinte. Eu trabalhei em uma empresa que fez o primeiro evento em 1982, num hotel meia boca no centro da cidade, com diretores fazendo longas e chatas apresentações sobre suas áreas, enquanto a plateia ficava sentada e só ouvia, praticamente sem interação. Doze anos depois, e com eventos todos os anos, já estávamos levando a equipe para um resort 5 estrelas no Nordeste e a agenda era construída pelos próprios participantes. Uma comissão bolava jogos e atividades de lazer, e o tempo passado dentro de uma sala não tomava mais que 20% da agenda.

 

Revista Evento – A cultura das empresas, de modo geral, permite isso?

 

Max Gehringer - Creio que seja muito difícil convencer uma empresa que nunca fez um evento a partir para essa opção de "descontração total e quase irrestrita". O importante para uma agência é convencer a empresa a transformar eventos extemporâneos em eventos periódicos. Para isso, é preciso que cada evento supere a expectativa da empresa.

 

Fonte: http://www.revistaevento.com.br/ler.asp?edicao=6  (Por Ingrid Dragone)